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BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos, Português, Inglês, Livros, Arte e cultura, Musicas

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01/02/2004 a 29/02/2004
01/01/2004 a 31/01/2004

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Humor Tadela







Reggae do Manêro

Se eu uso a manga da camisa que é dobrada
A calça bag vem rasgada
É porque eu sou fulêro
Se eu vou pro centro no domingo
E do perfume eu uso um pingo
Que deixa fedendo o prédio inteiro
Pente redondo tem
Cê me pergunta eu lhe respondo
Eu tomo pinga com a Domingas
Danço curtindo o Wando
E não consigo nem levantar pra mudar o disco
Um bicho velho cheio de risco
Que só serve pra abanar
Eu tô comendo bem no restaurante morte lenta
A cozinheira é uma nojenta
que vive limpando a venta no avental
Tô passando mal
Tô com saudade de mainha

Oh mãe (refrão)

Vê se manda um dinheiro
Que eu tô no banheiro
E não tem papel pra cagá

Oh mãe (refrão)

Esse seu filho é manêro
Aqui no estrangeiro nenhuma mulher quer me dá
Meu cabelo eu não sei quem rapô
entupiu a privada, entupiu
Ah meu Deus
Oh oh ah ah uh

Ce é bnitch
Ce é bnitch
Ce é bnitch demais

Ocê é um cara manêro

Ce é bnitch
Ce é bnitch
Ce é bnitch demais

Bonito mais que o mundo inteiro

Ce é bnitch
Ce é bnitch
Ce é bnitch demaaais
Ce é bnitch rapaz

Oh mãe (refrão)


Produzido por Mark Dearnley e Raimundos
Ass. de produção: Guilherme Bonolo
Gravado no Sound City Studios, Los Angeles,
por Mark Dearnley



 Escrito por Lu@ às 13h06
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 Escrito por Lu@ às 13h01
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Used To Love Her

I used to love her,
but i had to kill her
I used to love her,
but i had to kill her

I had to put her, six feet under
and I can still hear her complain

I used to love her, (whoa yeah)
but I had to kill her
I used to love her, (oooo yeah)
but I had to kill her

I knew I'd miss her,
So I had to keep her
She's buried right in my backyard
(whoa yeah)
(whoa yeah)
(whoo-oo yeah)

I used to love her,
but I had to kill her
I used to love her, (whoa yeah)
but i had to kill her

She bitched so much,
she drove me nuts
And now we're happier this way, alright
(whoa yeah)
(whoa)
(whoo-oo yeah)

I used to love her,
but I had to kill her
I used to love her(ooooh yeah)
but I had to kill her

She bitched so much,
she drove me nuts
and I can still hear her complain yeah-eeeah



 Escrito por Lu@ às 12h55
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 Escrito por Lu@ às 12h48
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I Don't Want To Miss A Thing

I could stay awake just to hear you breathing
Watch you smile while you are sleeping
While you're far away dreaming
I could spend my life in this sweet surrender
I could stay lost in this moment forever
Every moment spent with you is a moment I treasure

Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you baby
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you baby
And I don't want to miss a thing

Lying close to you feeling your heart beating
And I'm wondering what you're dreaming
Wondering if it's me you're seeing
Then I kiss your eyes
And thank God we're together
I just want to stay with you in this moment forever
Forever and ever

Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you baby
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you baby
And I don't want to miss a thing

I don't want to miss one smile
I don't want to miss one kiss
I just want to be with you
Right here with you, just like this
I just want to hold you close
Feel your heart so close to mine
And just stay here in this moment
For all the rest of time

Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
Cause I'd miss you baby
And I don't want to miss a thing
Cause even when I dream of you
The sweetest dream will never do
I'd still miss you baby
And I don't want to miss a thing

Don't want to close my eyes
I don't want to fall asleep
I don't want to miss a thing



 Escrito por Lu@ às 12h45
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Amor E Sexo

Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia

O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão
Sexo é padrão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom...
Amor é do bem...

Amor sem sexo,
É amizade
Sexo sem amor,
É vontade

Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes,
Amor depois

Sexo vem dos outros,
E vai embora
Amor vem de nós,
E demora

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é isso,
Sexo é aquilo
E coisa e tal...
E tal e coisa...



 Escrito por Lu@ às 12h35
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Macaco ou Michael Jackson?

"Quem teve a evolução mais imperfeita: o macaco ou Michael Jackson?

Sem sombra de dúvidas foi o Michael Jackson.
O macaco - seja o modelo original ou o modelo gente - pelo menos come seus semelhantes. Já o Michael não tem semelhantes, é uma espécie em extinção.O cirurgião plástico fez e jogou a forma fora!
(A humanidade agradece)
E, ainda hoje, ele tenta se reproduzir com filhotes de humanos.
Isso não é evoluir, é andar pra trás. E olha que disso o Michael entende, hein!
Uhuhhhh...


 



 Escrito por Lu@ às 12h30
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Use Quando For Para A Balada.

 

 Escrito por Lu@ às 12h22
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-MORTE! MORTE! MORTE!

Pensando na possibilidade de eles estarem se referindo a MIM, afastei-me alguns metros para observar a movimentação de uma distância segura, mas como ninguém saía do lugar, voltei à posição inicial. Logo, quatro homens seguraram a moça do hotel e amarraram-na no tronco, no meio da clareira, tudo isto sob a luz dos raios que formavam aquela imagem bizarra. Ao terminarem, o polvo fez uns movimentos bruscos, como que com raiva de algo, e uma voz surgiu do espaço:


-Maldita seja aquela que traiu toda uma raça!! Observem bem o que acontece com aqueles que traem o Grande C'thulhu!!!


Imaginei que a "traição" deveria ter sido aquela conversa que tive com a moça, já que ela me revelou o local e a hora deste "encontro". Enquanto eu tentava entender de onde vinha a voz que amaldiçoava a moça, raios irromperam por todo o céu, sob o comando daquele dragão, e um deles atingiu em cheio a moça, que estava indefesa, amarrada ao tronco. Após o barulho e a fumaça que surgiu, o que se pode ver foi o tronco totalmente despedaçado. Da moça, como era de se esperar, nem sinal. Tentei imaginar a importância daquele fato: a imagem do dragão no céu parecia-se muito com uma das imagens que estão no Necronomicon, o Grande C'thulhu.

Todos no lugar pareciam satisfeitos com o ocorrido, aplaudindo e pulando de alegria. A imagem continuava lá, mas dessa vez estática. Mais vozes do céu:


-Espero que todos tenham compreendido. Em breve voltarei, e minha ira será ainda maior com aqueles que se opuserem a mim!


Com essas palavras, o dragão desapareceu, dando lugar a um imenso clarão, que desapareceu em seguida. A chuva recomeçou, dessa vez sem raios, mas as pessoas continuavam lá, como que reverenciando ou agradecendo o que aconteceu. Antes que algo mais acontecesse, consegui me afastar do lugar e chegar novamente em meu carro. Estranhamente, a árvore não estava mais no caminho, nem tampouco a sensação de estar sendo observado me acompanhava. Aterrorizado, pisei fundo no acelerador e voltei para casa.


Depois do ocorrido, meu interesse pelo Necronomicon se intensificou ainda mais, apesar do trauma pelo qual passei naquela noite maldita. Paguei uma fortuna por uma cópia do livro, fiquei anos lendo sobre os "grupos de adoração", o "Grande C'thulhu", etc. Infelizmente, hoje estou velho demais para lembrar de todos os detalhes, mas, um dia, fui o homem que ensinou toda uma geração à respeito dos mistérios do desconhecido. Hoje, estou pronto para a última viagem...




 Escrito por Lu@ às 13h10
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Raios das Trevas

Estava chovendo. Uma noite escura, horrível, como nunca tinha visto em minha vida. Apesar de ser um viajante, acostumado com as mais fortes tempestades, DESTA vez eu estava aterrorizado. A cada trovão, eu me encolhia mais no banco de meu carro, esperando que o estofado pudesse abrandar o barulho ensurdecedor. Não vi ninguém na estrada desde que saí do último hotel no qual havia me hospedado, apesar disso, sentia que alguém (ou alguma coisa) estava me observando desde então.


A viagem era longa, tanto é que fui obrigado a parar três vezes em hotéis de beira de estrada, devido à fome e ao cansaço. As duas primeiras estadias foram tranquilas, daquelas em que você chega, pede um quarto, come, dorme, paga e vai embora. A última, porém, foi diferente: ao entrar no lugar, uma moça começou a me olhar de uma forma muito estranha, como se já me conhecesse ou soubesse de algo muito secreto de minha vida. Logo após pedir um quarto, antes que eu pudesse subir para descansar, a moça se levantou e veio em minha direção. Falou para eu não subir ainda, queria conversar comigo. Desconfiei que algo muito estranho estava acontecendo, pois nunca fui o tipo de homem que chama a atenção de uma mulher assim, à primeira vista. Em todo caso, aceitei o convite e sentei-me à mesa, no canto do hotel.

A primeira frase foi surpreendente:

-Como vai, colega? Já sabe do encontro de hoje à noite?

Fiquei sem ter o que responder. Colega? Encontro? Eu nunca vi esta mulher em toda minha vida, e ela me chama de colega?

-E então? Não me diz nada? -retrucou ela, apressando minha resposta.

Sem outra alternativa, respondi com um breve "Não", ainda estarrecido com o que estava acontecendo.

-Não? Então, quando você vir o sinal, corra em sua direção. Acontecerá cinco minutos depois.

Sinal? Encontro? Tantas coisas sem sentido, juntas, fizeram-me perder a cabeça. Sem pensar, perguntei:

-De onde você me conhece?

Com ar de surpresa, ela respondeu:

-Por que a pergunta? Todos nós nos conhecemos pelo brilho.

-Que brilho? -perguntei eu, indignado.

-Você não leu o Necronomicon? Todos os que leram e guardaram seus dizeres brilham, assim como eu e você!

Realmente, eu havia lido várias vezes o Necronomicon (aliás, uma cópia, pois o original está muito bem guardado em Miskatonik). Sempre gostei de ler sobre coisas misteriosas, por isto li o livro, mas não a ponto de "guardar seus dizeres"! Além disso, eu não via nenhum brilho nela. Nervoso, respondi:

-Li o Necronomicon só por curiosidade, NUNCA levei a sério seus dizeres!!

À essas alturas, nossa "conversa" já estava chamando a atenção de outras pessoas no local, por isso, amenizamos o tom de voz e tentamos nos acalmar. Mais calma, mas com ares de muita preocupação, ela fez mais uma pergunta:

-Então você não faz parte do grupo?

-Que grupo? -respondi eu, no limite de minha paciência.

Ao ouvir isto, a moça se levantou subitamente, sussurrou algo como "Droga! Como eu ia adivinhar?" e saiu correndo porta afora, como se tivesse feito algo errado. Meio confuso, mas reestabelecido da enxurrada de perguntas, subi e dormi tranquilamente.

Pela manhã, depois de deixar o hotel, tentei imaginar o significado daquilo tudo. No Necronomicon, consta uma passagem sobre "grupos de adoração na Terra", mas eu não podia acreditar que isso fosse verdade. Seria muito terrível. Foi aí que comecei a sentir que algo estava me observando.


Aqueles trovões estavam me deixando louco. Os raios espalhavam-se por todo o céu, formando uma imensa teia de aranha de eletricidade. A luz intensa ofuscava minha vista, ao mesmo tempo que clareava a estrada mal iluminada. Em certo momento, presenciei algo horrível: de repente, os raios cessaram e deram lugar a uma imensa imagem de um dragão com tentáculos de polvo, formada no céu por linhas que pareciam raios, mas não brilhavam como um. Um dos tentáculos tocava o chão em um lugar que pude determinar com exatidão, dada a minha proximidade com a imensa imagem. Aí lembrei-me da moça do hotel e de seu "suposto" sinal: estremeci com a idéia de que aquilo tudo fosse realidade.

Minha vontade era de sair dali o mais rápido possível, e eu até tentei, mas aquela sensação de que algo me observava se tornou tão forte que parecia que tinha alguém ao meu lado. Ao imaginar essa hipótese, parei o carro com uma freada brusca. No mesmo instante, um raio desabou sobre a árvore mais próxima, derrubando-a na estrada.

-Meu Deus! Se eu tivesse continuado, seria meu fim! -pensei desesperado. Sem alternativa, dei a volta com o carro. Já faziam uns dois minutos que a imagem horrenda daquele polvo havia desaparecido, portanto faltavam apenas três minutos para o "encontro" começar. Minha curiosidade venceu o pavor: resolvi ir até o local.

Desci do carro, pois o caminho até o local era uma ravina muito densa, quase uma selva. Não chovia mais, nem tampouco trovejava. Apesar disso, os raios continuavam. Após dois minutos de caminhada, encontrei o que procurava: uma clareira com um enorme tronco no centro e dezenas de pessoas em volta. Não me atrevi a dar nem um passo a mais, pois tinha certeza que se alguém me visse, seria meu fim.

Entre as pessoas que estavam ali, algumas eu reconheci, pois se hospedaram comigo nos mesmos hotéis das noites passadas. Mas quem me chamou mais a atenção foi aquela moça que encontrei na última parada. Estava estranhamente vestida, como que para uma cerimônia.

Apesar da escuridão, olhei no relógio e vi que já estava na hora. De repente, outra vez aquela forma horrenda de dragão apareceu, iluminando toda a clareira. Desta vez, a imagem se deteve mais e até se movimentou no céu, formando véus de luz sobre a ravina densa. Como se isto não fosse suficiente para me deixar apavorado, todos naquele lugar começaram a gritar:



 Escrito por Lu@ às 13h10
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 Escrito por Lu@ às 13h03
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Cenas de Faroeste

No velho oeste, aquele bandido com cara de mau, barba por fazer, cicatriz no rosto, revólver prateado pendendo da cintura, esporas reluzentes, entra pisando duro no Saloon.
Silêncio total.
Ele encosta no balcão, o atendente tremendo lhe serve um uísque duplo, ele toma de um só gole, depois vira-se para alguém sentado numa mesa próxima.
- Você aí! Levante-se! - ordena ele, com voz de trovão. - Tira as calças.
O sujeito obedece. Ele abre a braguilha, tira o pau pra fora e mete a vara no coitado.
- Eu sou o famoso pica de aço! - diz depois de completado o serviço.
No dia seguinte, na mesma hora, o sujeito volta ao bar, bebe o uísque, aponta para um outro sujeito, pede para ele tirar as calças, passa-lhe a vara e no fim diz:
- Eu sou o famoso pica de aço!
No outro dia, na mesma hora, ele volta ao bar, toma o uísque, aponta para uma bichinha, pede para ela tirar as calças, mete-lhe a vara e...
- Aaaaaaaiiiiiiiii...
E a bicha:
- E eu sou o famoso cu de alicate! language=JavaScript>
O Suicida Azarado

Madrugada de sexta-feira.
Do alto de um prédio de trinta andares, um rapaz ameaça se suicidar. Em poucos minutos junta uma multidão enorme. Ambulâncias, Corpo de Bombeiros, repórteres, todo mundo fica olhando pra cima, gritando e pedindo para o rapaz não saltar. De repente, para horror da platéia, o corpo do rapaz é lançado no espaço! A multidão acompanha em silêncio durante aquela fração de segundo em que o rapaz cai. A poucos metros do chão, o suicida cai sentado no mastro de uma bandeira, que atravessa o seu corpo inteiro.
A bichinha que acompanhava o espetáculo, não resiste a um comentário:
- Que morte liiiinda!!! language=JavaScript>


 Escrito por Lu@ às 12h51
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Vício Horrível

No ônibus, o cidadão acende o seu charuto e começa a fumá-lo tranquilamente, quando lá na frente levanta-se a bicha, muito incomodada e reclama:
- Credo! Que fedor! Mas que vício horrível o senhor tem!
E o sujeito:
- Bonito é o teu, né? language=JavaScript>


 Escrito por Lu@ às 12h49
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